HISTÓRIAS LIBERTAS, LIVRO LANÇADO

Lançamento ocorrido no dia 06 de maio de 2021

Caros amigos e amigas, leitores e leitoras, hoje venho com o coração radiante de alegria agradecer a presença de todos que puderam estar no lançamento do meu livro “Histórias de um certo Aarão e outros casos contados – das histórias e lendas de Belo Horizonte recontadas por um segurança que recebia, em seu serviço, a visita ilustre do fantasma de Aarão Reis”. Da mesma forma, agradeço a todos que de alguma forma acompanharam todo o processo ou parte dele recebendo as divulgações (e foram muitas!), comentando, sugerindo, felicitando. Tudo isso foi muito importante para que o evento fosse um sucesso e mostrasse que para a arte não existem fronteiras. O que seria presencial, por causa da pandemia, precisou ser virtual, mas mesmo assim mostramos que é possível criar, ousar e fazer de um instante um momento inesquecível.

Obrigado a cada pessoa que direta ou indiretamente participou para que esse evento acontecesse. Obrigado à Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerias por ter visto neste projeto algo substancioso que permitisse a sua aprovação via Lei Aldir Blanc. Obrigado aos amigos, familiares, leitores de todas as partes, conhecidos e que se fizeram conhecer a partir deste livro.

Agradecimento especial a Geane Matos, minha esposa, Yasmin Bertoldo, minha filha (a loira – ou rosa? – do Bonfim) e aos meus pais que entenderam o meu tempo e o meu processo de criação. Especial A Paulo Fernandes e Pierre André, que interpretaram Xavier de Novais e o fantasma de Aarão Reis na live de lançamento, abrilhantando ainda mais esse trabalho. A Bhuvi Libanio e Elisa Valadão, pela revisão e ilustração deste livro. A novamente Paulo Fernandes, pelo prefácio. A Robson Vieira, pela transmissão da live. A Angelo Campos e Conceição Franco, pelas lives de pré-lançamento. E um muito especial a Laise Áurea e Luzia Maria de Souza que acreditaram nesse projeto e aceitaram produzi-lo com maestria, dedicação, carinho e amor.

Para quem não pôde assistir a live no dia do lançamento, a mesma se encontra gravada no Youtube da Árvore das Letras e pode ser acompanhada abaixo. Pelo celular, clique em “chat ao vivo” para acessar os comentários.

Gratidão e vamos para a próxima!

Forte abraço!
Leandro Bertoldo Silva.

MATERNIDADE

Por Leandro Bertoldo Silva – do livro “Entrelinhas contos mínimos”.

Maternidade era uma das palavras esquecidas no seu dicionário. Era fácil demais para algumas pessoas pensarem nisso, não para ela, de corpo perfeito e vida em liberdade. Por isso, seu ventre crescido estava na contramão de todos e recordava sua rejeição. Daquele invólucro perfeito, ficariam cicatrizes, marcas que sobreporiam ao efemeramente físico e atingiriam sonhos interrompidos.

Dejanira era mulher do mundo. Esse era o resguardo que nunca pensou em abandonar, nem sequer substituí-lo por um momento que fosse. Sentia-se sem vida, apesar da vida que crescia dentro de si. E, agora, mesmo sendo duas, teimava em sua solidão. O tempo passava, mas não levava a angústia que aumentava a cada dia que a circunscrição de seu estado apontava. Já dividia seu alimento, mesmo sem sua permissão, como seria dividir o resto? Era o que pensava desolada e inquieta. Só havia um jeito: acabar logo com aquilo. Porém, o feto crescido já era uma criança e, antes mesmo de pensar em qualquer outra coisa, de seu corpo redondo começou a emergir um líquido que, ao rebentar da bolsa, jorrou junto com uma sensação indefinível que a urgência do momento não permitiu reflexões. Elas só vieram quando, já com a criança liberta deitada em seu peito em meio aos médicos, começou a cantarolar uma cantiga de ninar no mesmo momento em que seus seios saciavam o filho que calava a ouvir.

Seus olhos recém-maternos se iluminaram, e o coração, que antes rejeitava, agora acalentava e se punha a descobrir uma desconhecida impressão felina e protetora.

A mulher do mundo sem fronteiras não sabia se o choro convulso que irrompia naquele instante era amor ou remorso, talvez fossem os dois. Aquele momento eternizado na música que embalava sua criança fazia pensar: afinal, é a mãe quem dá à luz um filho ou é o filho que faz nascer a mãe?

ESTÁ CHEGANDO!

CONTAGEM REGRESSIVA para o lançamento deste livro que traz as histórias e lendas de Belo Horizonte recontadas por um segurança que recebia, em seu serviço, a visita ilustre do fantasma de Aarão Reis.

Nunca pensei ser possível encontrar e conversar com meu próprio personagem após o livro ser escrito…

E como se não bastasse, dia 06 é o aniversário de Aarão Reis que estaria completando 168 anos de idade. E adivinha só quem virá para esse aniversário!! Será??…

Eu, Aarão Reis, Xavier de Novais e outras surpresas esperamos você com muito carinho no dia 06 de maio, depois de amanhã, às 19 horas, no Youtube da Árvore das Letras.

Acesse o link https://youtu.be/ksonOa1FPhI no horário marcado. Assista à live e, se quiser ganhar um kit com o livro e outros presentes, siga o Instagram @arv.das.letras, curta o post do kit e concorra ao sorteio.

Forte abraço!
Leandro Bertoldo Silva.

KIT DE LANÇAMENTO

Olá!!

Hoje é dia 03 de maio e só faltam 3 dias para o lançamento do livro Histórias de um certo Aarão e outros casos contados! E como prometido na sexta-feira passada, vejam só que linda surpresa!!

Um kit exclusivo que você pode ganhar ao assistir a live de lançamento. Nele você irá encontrar:

– 4 livros do escritor Leandro Bertoldo Silva;
– 1 caneca com a marca do Aarão Reis (fantasminha);
– 4 chocogodes (chocolates em formato de bigode);
– uma linda vela aromatizada com essência de café;
– saco com 150gr. de grãos selecionados do maravilhoso café Catuaí 100% Arábica;
– 5 ímãs de geladeira com palavras em 《mineirês》;
– uma mini garrafa com mensagem.

Para concorrer, você precisa seguir o Instagram @arv.das.letras, curtir o post do kit que está lá e assistir a live de lançamento no dia 06/05, quinta-feira que vem, no Youtube, às 19 horas. Amanhã divulgarei o convite com o link de acesso. Só assim teremos como identificar todas as pessoas.

MAS ATENÇÃO!!

O sorteio será em live no dia seguinte, ou seja, 07 de maio, às 19 horas, no Instagram @arv.das.letras. Venha participar deste momento que está sendo oferecido para você com muito carinho e que contará com visitantes muito especiais…👻👻😊

Forte abraço!
Leandro Bertoldo Silva.

Pílula Aarão Reis – Caríssimo Novais

De fato, quando entrei na livraria corri os olhos por toda ela e lá estava meu amigo que, assim que me viu, fez um aceno de cabeça. À saída dos dois funcionários, Reis soltou uma sonora e jovial gargalhada e bem divertido saudou-me.

            Logo o café já estava pronto e eu era todo ouvidos ao meu amigo, que após sorver o primeiro gole seguido de um suspiro, no seu habitual gesto já ritualístico de quem iniciava uma longa e prazerosa noite narrativa, como fazem os contadores de “causos”, contou-me uma história que eu nunca poderia imaginar ter sido daquela maneira… O quê? Esta e muitas outras histórias estão neste livro de horizontes tão belos…

Do livro “Histórias de um certo Aarão e outros casos contados”.

LANÇAMENTO DIA 06 DE MAIO NO YOUTUBE DA ÁRVORE DAS LETRAS!

Para quem deseja adquirir o livro é só entrar em contato pelo WhatsApp (33)984612688. A pré-venda de promoção vai até o dia 06.

Forte abraço!
Leandro Bertoldo Silva.

Pílula Aarão Reis – passagem de tempo

A não ser pelas várias ruas que hoje levam o nome de antigos amigos seus, Belo Horizonte é para Aarão Reis outra urbe, a quem a campa nunca lhe fora berço, como fora a seu amigo Brás Cubas. Não, não adiantarei nada do que tenho a dizer. Vamos com calma, não há pressa. Apenas digo isso para explicar o porquê da preferência de Reis por estar, e não apenas ter estado, sempre em terras mineiras, sendo ele de Belém, capital da antiga província do Grão-Pará, que hoje conhecemos como estado do Pará. Mas como sei que a curiosidade é característica natural do ser humano, ainda mais em casos como esses, já respondo à mais do que provável questão. Sim, esse Cubas ao qual me refiro é mesmo aquele do velho bruxo, do antigo e famoso Morro do Livramento, hoje Morro da Providência, em terras cariocas. 😮
Entretanto, teremos calma – já disse – tudo ao seu tempo.

Do livro “Histórias de um certo Aarão e outros casos contados”.

LANÇAMENTO DIA 06 DE MAIO NO YOUTUBE DA ÁRVORE DAS LETRAS!

Para quem deseja adquirir o livro é só entrar em contato pelo WhatsApp (33)984612688. A pré-venda de promoção vai até o dia 06.

Forte abraço!
Leandro Bertoldo Silva.

Pílula Aarão Reis – O avantesma da Lagoinha

Muitos já o conhecem – há os que afirmam, inclusive, que já o viram -, mas para que possamos refrescar a memória dos esquecidos e lançar luz aos desavisados, antes mesmo de dizer o que é o principal, ou seja, o motivo do choro, aproveitemos a descrição feita por quem conta ter visto a fantasmagórica aparição e que já se encontra em tantos registros. Trata-se de um homem todo de preto sem qualquer traço de rosto, sem feição; uma aparição disforme e excêntrica que cheira a enxofre, chora convulsivamente e, em seguida, como diz um outro fantasma – tão famoso quanto, mas mais ameno e poeta – “dissolve-se qual sonho que não quer ser sonhado”.
O porquê do choro convulsivo? Ah, meus amigos e amigas, vocês nem imaginam… Leiam o livro e se surpreendam!

Do livro “Histórias de um certo Aarão e outros casos contados”.

LANÇAMENTO DIA 06 DE MAIO NO YOUTUBE DA ÁRVORE DAS LETRAS!

Para quem deseja adquirir o livro é só entrar em contato pelo WhatsApp (33)984612688. A pré-venda de promoção vai até o dia 06.

Forte abraço!
Leandro Bertoldo Silva.

Pílula Aarão Reis – A loira do Bonfim

Como a história tem muitas estórias, várias são as versões que envolvem a loira misteriosa. Teria sido ela abandonada no altar por um rapaz boêmio e, por isso, suicidara e vagava agora pelos túmulos do Cemitério do Bonfim à procura do noivo?

Seria ela moça de programa que seduzia os homens que tivessem carro para levá-la até sua casa, mais precisamente na rua Sete Lagoas, esquina com Jaguari, bem em frente ao Cemitério e, tão logo descia, adentrava a necrópole atravessando seus muros altos, deixando horrorizados de medo os rapazes inocentes?

A história registra essas e outras estórias já bem conhecidas, mas nenhuma delas reveladora do que pode, ou poderia ser a verdadeira origem de mais um fantasma na capital das alterosas.

Nem é preciso dizer que o caso não é meu… Por isso, aos historiadores que se sentirem incomodados, dou-lhes uma sugestão: tão logo tenham sua existência mudada de patamar, solicite uma audiência com meu amigo e cobre dele o que neste livro vai narrado… 😏
(Xavier de Novais).

E MAIS!!

06 de maio está chegando, dia do aniversário de Aarão Reis e lançamento do livro. O que eu posso dizer é que será imperdível! Teremos um lindo brinde exclusivo para sorteio e algumas visitas… 👻😆 Hummmm…..

LANÇAMENTO DIA 06 DE MAIO NO YOUTUBE DA ÁRVORE DAS LETRAS!

Para quem deseja adquirir o livro é só entrar em contato pelo whatsapp (33)984612688. A pré-venda de promoção vai até o dia 06.

Forte abraço!
Leandro Bertoldo Silva.

MEDIAÇÃO AFETIVA DE LEITURA EM UMA ABORDAGEM BIBLIOTERAPÊUTICA

“Uma história pode ser cem vezes mais lembrada do que mil explicações.”
(Jorge Bucay)

Afirmo que gostar de ler é algo absolutamente natural. Isso porque somos seres humanos e, como tais, temos a necessidade de contar e ouvir histórias. Fazemos isso tanto pela escrita como pela oralidade, como também pelas cores, pelos cheiros, pelos sabores, pelo tato e, principalmente, pelos sentimentos.

O que estou querendo dizer é que não lemos somente palavras; lemos a natureza a partir das nossas percepções, das nossas alegrias, expectativas e também das nossas dores, saudades e frustrações, ou seja, lemos e somos lidos, pois fazemos parte das sensações. Uma vez que todos esses sentimentos podem ser interpretados pelas palavras e absorvidos pelos poetas, pelos romancistas e contistas através de tantas obras maravilhosas, infantis e adultas, não há nenhum motivo para não gostar de ler.

“Uma leitura bem levada nos salva de tudo, inclusive de nós mesmos.”
(Daniel Pennac)

Por sempre defender a literatura como uma das formas mais autênticas de desenvolvimento humano, é que me encantei pela Biblioterapia e busquei potencializar um trabalho que já vinha acontecendo desde 2014 na Árvore das Letras, um espaço de linguagem, leitura e escrita, por meio da mediação afetiva de leitura.

Mas o que é Biblioterapia?

Biblioterapia é uma área de pesquisa que enxerga a literatura como um enorme potencial afetivo, no sentido de acolher as pessoas e contribuir com o seu desenvolvimento, não apenas intelectual, mas principalmente emocional, uma vez que as histórias desviam o caminho da razão e vai para o espaço da sensibilidade. Para a professora Clarice Fortkanp Caldin, referência em Biblioterapia no Brasil, podemos defini-la como “o cuidado com o desenvolvimento do ser humano por meio das histórias, sejam elas lidas, narradas ou dramatizadas”.

Tal abordagem não tem como objetivo simplesmente incentivar a leitura; ela acontece como consequência do processo, que busca de forma mais abrangente a conexão, a reflexão, a leveza e o equilíbrio. São esses os benefícios da literatura que ajudarão um pensar e viver autênticos e, com isso, melhorar gradativamente essa relação, desenvolvendo a criatividade e agindo na pacificação das emoções.

“Para transmitir o amor pelas obras literárias é preciso tê-lo experimentado.”
(Michele Petit)

Com base em minha experiência como leitor, mediador de leitura, contador de histórias e escritor, apresento como foi uma prática de leitura realizada com crianças na Árvore das Letras em parceria com a Terra do Sol, na cidade de Padre Paraíso, no Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, que se constituiu em uma verdadeira prática biblioterapêutica, inclusive com um lindo processo de dinamização, processo esse de fundamental importância no contexto da abordagem. O encontro aconteceu em 2019, antes da pandemia.

Abro aqui um parêntese para mencionar que o termo “dinamização” está emprestado da homeopatia não por acaso. O processo de leitura se faz em pequenas doses passo a passo, e nunca de uma só vez sem que a criança se envolva sentimentalmente com a história. Portanto, dinamização é “o conjunto de operações de diluir e agitar soluções com o objetivo de potencializar o medicamento”. Aqui, segundo Carla Sousa, especialista em Biblioterapia, os “medicamentos” são as histórias vindas das “capsulas”, ou seja, os livros, cujo princípio ativo são as metáforas.

A PRÁTICA

A prática em questão foi realizada com 3 crianças entre 4 a 6 anos de idade e seus pais. Tivemos o acompanhamento da artista-artesã Geane Matos e da psicóloga Wal Sabino. O livro utilizado foi “A semente – SOS florestas”, de Eduardo Albini. Todo o encontro foi realizado em um tempo de 1 hora. A temática foi a natureza e a sua preservação, porém as questões abordadas transcenderam a natureza física e versaram também para a natureza pessoal, uma vez que somos todos partes de um mesmo sistema de vida.

O local escolhido para essa prática foi a Terra do Sol, um espaço aberto, onde as crianças e os pais que acompanharam a atividade, puderam estar em contato com plantas, árvores, algumas frutíferas, em um ambiente totalmente acolhedor.

O LIVRO

“A semente – SOS florestas” é um livro de imagens que conta uma história muito simples sobre um menino, sua irmã e uma semente. O plantar uma semente de feijão ou lentilha, regá-la, cuidar dela e vê-la crescer em um germinador é uma das tarefas legais da escola. Mas… que tal se trocarmos os feijões e as lentilhas por outras sementes? Aquela, a daquela árvore que está na calçada, na frente de casa… Ou a que está no quintal da vovó… Ou até mesmo que está no pátio da escola? Fazendo isso, a gente descobre um pouco mais sobre as florestas…

A apresentação do livro para as crianças  iniciou com um momento de conversa e relaxamento. O local foi cuidadosamente preparado com esteiras para se sentar em círculo e, no meio, foi disposto um cesto com pinhas, também conhecida como fruta do conde em algumas regiões.

Como o livro é de imagem, iniciamos cantando com as crianças uma música versando sobre árvores, pássaros e demais elementos da natureza. A seguir, a história foi sendo contada oralmente com a ajuda das crianças à medida que as imagens iam sendo mostradas.

Logo após à leitura, as crianças foram ouvidas em seus sentimentos e sensações a respeito da história e questões sobre preservação, respeito, crescimento, cuidado foram trazidas pelas crianças e cuidadosamente potencializadas.

A DINAMIZAÇÃO

A dinamização se iniciou com os frutos sendo oferecidos às crianças, que os pegaram e os partiram com as mãos depois de higienizadas. Algumas crianças gostaram do sabor, enquanto outras tiveram estranheza com a textura e não quiseram comer, o que reforçou a ideia do amadurecimento das nossas próprias sensações e escolhas. E está tudo bem.

Na história, um garoto, ao passear com seu cãozinho, encontra uma semente na rua. Ele então a leva para sua casa e, com a ajuda da irmã, planta a semente em um recipiente com algodão. Sem saber do que se tratava, vão fazendo várias suposições enquanto, ao longo dos dias, a plantinha vai crescendo. À medida que o tempo passa, a planta cresce cada vez mais enquanto os dois sonham com um lugar cheio de árvores. Ao ver da janela do seu apartamento um jardineiro plantando uma muda de árvore, percebe que se parecia muito com a sua e resolve comparar as duas plantas. Ao ver que se tratava da mesma espécie e que ela crescia muito, telefona para os seus amigos e resolvem plantá-la na floresta, voltando para casa feliz.

Foi neste contexto que as semente de pinha foram distribuídas para as crianças, assim como vasos, terra e água. As sementes foram plantadas pelas crianças, deixando que elas mesmas fizessem todo o processo de fazer as covas, colocar as sementes na terra, tapar e regar com água.

Todo o processo foi feito de forma muito lúdica, conversando com a terra e abençoando as sementes  para que crescessem saudáveis.

O FECHAMENTO

Feito o plantio das sementes, os vasos foram colocados na sombra e todos se reuniram novamente para falar das suas próprias experiências no processo, com a proposta de voltarem dias depois para acompanharem o crescimento da planta e, consequentemente, os seus em termos de vivência e consciência com a natureza e consigo mesmos.

E assim, a atividade foi finalizada.

E foi dessa forma que realizamos um verdadeiro encontro de Biblioterapia em que foi possível a companhia de todos, crianças e pais. Porém, com o momento pandêmico, não é possível tal prática presencial, o que não inviabiliza o processo que pode ser realizado de forma on-line com perdas de alguns recursos, mas ganhos de outros.

O que importa é que as histórias literárias estão repletas de potencialidades de crescimento humano e que a criatividade, o querer, a vontade e, principalmente o amor, nos leva ao cuidado do outro com acolhimento e carinho. O que advém disso é o surgimento de pessoas melhores e um mundo muito mais justo e humano.

ALFORRIA LITERÁRIA – LIVROS FEITOS PARA VOCÊ, SÓ PARA VOCÊ!

Dando continuidade ao nosso mês de eventos que preparam o lançamento do livro Histórias de um certo Aarão e outros casos contados – das histórias e lendas de Belo Horizonte recontadas por um segurança que recebia, em seu serviço, a visita ilustre do fantasma de Aarão Reis, no dia 6 de maio, hoje venho carinhosamente apresentar a Alforria Literária.

Quando me perguntam o que ela é, só tem uma forma de responder… Vejam o vídeo para saber!

E já convido todos e todas para a live do dia 09 de abril, próxima sexta-feira, às 19 horas, com a professora do Colégio Nossa Senhora das Dores, de Belo Horizonte, Conceição Franco. Estaremos batendo um papo sobre o conto “Uma certa Dona Nicinha”, que está em meu livro “O menino que aprendeu a imaginar”, um dos livros da Alforria. Venha ouvir este conto e ela, a professora que inspirou essa escrita.
Será pelo Youtube da Árvore das Letras. Aguardamos vocês!

Forte abraço!
Leandro Bertoldo Silva.