RESUMO DA ÁRVORE – 01 A 08 DE JUNHO

Olá!

Abri essa semana com um haicai que dizia:

Ponte entre tempos…

Mundos que se completam…

Quem sou eu agora?

De fato, esses dias que passaram foram como pontes que me conectaram a vários lugares diferentes, mas que se completaram em mim, contribuindo para que eu cada vez mais afirmasse em mim mesmo quem sou e o que eu faço.

Aconteceram muitos encontros com gente bacana no espaço físico da Árvore das Letras, muitos abraços e muitas esperanças de um mundo melhor, com mais leitura e mais consciências.

Foi linda a visita que fiz na Escola Municipal José Rodrigues da Silva, na Vila dos Posseiros, dando sequência em minha jornada de levar literatura pelo Vale do Jequitinhonha e Mucuri. O Menino que Aprendeu a Imaginar – Oswaldo e o palhacinho de chapéu de guizos – estão andando bastante e conhecendo muita gente legal! Ainda quero visitar muitas outras escolas e instituições, principalmente como essas onde a simplicidade nos alimenta de maneira tão rica e autêntica. Estive com alunos, pais, professores e fui tão bem recebido que me senti até no Sítio do Picapau Amarelo ao me encontrar com a Emília. Um dia ainda volto lá como Visconde…

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Outra coisa muito legal dessa semana nasceu com uma pergunta:

VOCÊ JÁ OUVIU LITERATURA?

Com essa pergunta publiquei aqui no blog e nas redes sociais um pequeno áudio de 2 minutos e 20 segundos contando a história de Pedro e João, dois amigos que se conhecem desde a infância e passam 86 anos juntos até que a separação é inevitável, mesmo que por instantes… Você pode ler e ouvir a história no post abaixo.

O que me deixou muito feliz é que recebi muitas mensagens de várias pessoas que ouviram e não só gostaram, mas deram a ideia de que eu criasse um canal no youtube, onde eu pudesse ir publicando as histórias. Como o canal já existe, mas estava meio parado, resolvi reativá-lo, porém direcioná-lo para esse trabalho, inclusive pensando em gravar alguns contos de Machado de Assis e outros textos de domínio público. Ok, embora o audiolivro já exista na internet, sempre achei as narrações um pouco frias e monótonas… Assim, penso em fazer do meu jeito, dando à leitura e aos personagens um pouco de interpretação, usando efeitos e trilha sonora para conectar com a atmosfera da história, como nas novelas de rádio e nos antigos discos de contos.

Leandro Bertoldo Silva (1)

Agradeço as mensagens e as sugestões, inclusive podemos atender, assim, os portadores de deficiência visual, o que é muito bacana.

Bem, então é isso! Vamos em frente divulgando a literatura cada vez mais e por todas as formas possíveis!

Forte abraço, vamos para mais uma semana e fique ligado no que vem por aí!

Leandro Bertoldo Silva.

CUMPLICIDADE

algodão doce

Por Leandro Bertoldo Silva

[…]

A morte apenas existe por uma brevíssima

troca de ausências.

[…]

Mia Couto

O momento havia chegado. “Todo encontro está fadado à separação”, não é assim? Na vida daqueles dois amigos, não era diferente. Apenas havia o entendimento de que era por um breve instante, tão breve como o bater de asas de uma borboleta, como aquela do parque onde, pela primeira vez, quando crianças, comeram juntos os primeiros algodões-doces: branquinhos, felpudos. A novidade transformara-se em símbolo de amizade nascida junta na mesma maternidade e perpetuada até ali, 86 anos depois.

            Agora, nos derradeiros minutos em que apenas a espera separava aquele encontro terreno, o velho amigo doente, perante os olhares condolentes, viu, pela janela, uma frestinha do céu repleto de nuvens branquinhas e felpudas e, num filete de voz quase sumida, disse ao amigo outro que se mantinha ao seu lado:

            — Pedro… Olhe… Está vendo? Algodões-doces…

            E, junto com os seus olhos que se encontraram num último sorriso de cumplicidade, veio a resposta calma, serena:

            — É sim, João… E não se esqueça… Quando você chegar lá, guarde um pedacinho pra mim…

Clique para ouvir o conto narrado

O INCENTIVO NASCE DE NOSSAS AÇÕES

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Esta é uma publicação de agradecimentos! Agradecimento a todos que compareceram ao lançamento do livro O Menino que Aprendeu a Imaginar no dia 30 de abril, em Padre Paraíso, demonstrando o seu carinho e principalmente a sua valorização pela leitura, pela arte e cultura. Não citarei aqui nomes porque não seria possível dizer todos e, para mim, todos que lá estiveram são especiais, assim como os que não puderam estar presentes, mas que enviaram palavras de apoio e até mesmo orações que muito me fortaleceram. Muito obrigado!

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Mas essa é também uma publicação de reflexão! Reflexão pela ausência de muitos professores e demais profissionais da educação que trabalham com o incentivo à leitura, que não medem esforços, ou pelo menos assim é para ser, para fazer com que um aluno, uma criança ou jovem valorize o livro, os autores, os ilustradores e todo um trabalho que é feito com muito empenho e responsabilidade. É preciso pensar que o incentivo nasce de nossas ações; que precisamos retribuir aquilo que muitas vezes solicitamos num pedido de visita a uma escola, a uma contação de histórias ou mesmo uma presença ou palavra em um projeto de leitura.

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Estamos vivendo um momento crucial em nossa existência social, cultural, educacional, moral, onde não é mais possível viver sem a verdade dos nossos sentimentos, em agir por forma e diferentemente daquilo que dizemos. Mas como aquela história de um menino que andando em uma praia repleta de estrelas do mar, pegava uma a uma e a jogava de volta à água para salvá-la, e ao ser criticado por alguém por haver milhões delas e ele não ter condições de salvar todas, fico com a resposta do menino ao olhar bem para a pessoa, se abaixar, pegar mais uma, jogá-la na água e dizer: “para essa eu fiz a diferença…”

Que bom que tivemos muitos meninos e meninas jogando estrelas do mar de volta ao oceano neste dia…

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LEVANDO LITERATURA PELOS VALES

Incenivar a leitura em grandes centros como Belo Horizonte, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre; realizar megas feiras literárias, salões do livro, bienais em lugares já com tantos recursos é muito louvável, assim como trabalhar a leitura com alunos em escolas bem estruturadas, grandes, equipadas e sortidas de livros e projetos é uma ação que precisa continuar. Mas trabalhar a leitura em lugares que não têm sequer uma livraria por perto, quando muito (e muito mesmo) uma banca de revista, sendo que muitos nem isso, em escolas onde os livros são escassos e o acesso a eles mais ainda em todos os sentidos, é bem diferente… E aí eu me pergunto:

“qual a diferença humana, veja bem: ‘humana’ entre crianças de todos os lugares?”

Sou nascido e criado em Belo Horizonte, uma cidade que eu amo, mas há 9 anos moro em Padre Paraíso, uma pequena cidade no Portal do Vale do Jequitinhonha e que também aprendi a amar, e o que encontrei aqui e nas cidadades e municípios ao redor, nas zonas rurais me faz refletir no que queremos, no que nos move e qual o alcance de nossa consciência quando enchemos o peito e falamos: “precisamos incentivar a leitura…”

COM-FLUÊNCIAS – PÉTALAS POÉTICAS

Quando nos deparamos com algo assim é que enxergamos o valor de acreditar em todas as possibilidades; é quando o que para muitos é uma obrigação ou mesmo uma tarefa, para eles é um convite e para nós uma realização ao ver jovens acreditando em si mesmos e indo muito, mas muito além de muitos com o dobro ou o triplo de oportunidades. Isso, sim, é verdade, é respeito um pelo outro, isso é inclusão por quem sabe fazer, é cultura, é educação que vale a pena, é Vale do Jequitinhonha. Parabéns a ASCAI – Associação da Criança e do Adolescente de Itaobim e muito obrigado pela oportunidade e por acreditarem na Árvore das Letras e na Alforria Literária. Ver estes jovens com os livros nas mãos e os olhos brilhando, livros que eles escreveram na oficina de (Re)Construção Poética e que tivemos a oportunidade de produzir e publicar é uma felicidade sem tamanho. Que prazer este encontro!

JÁ ESTÁ DISPONÍVEL A PRÉ-VENDA DO LIVRO O MENINO QUE APRENDEU A IMAGINAR

Leandro Bertoldo Silva

Olá, crianças! O livro O menino que Aprendeu a Imaginar já está com data de lançamento confirmada para o dia 30 de abril de 2019, em Padre Paraíso, às 19 horas. E vocês pais, mães, tios, professores, amigos, amigas, amigos de amigos, leitores, enfim, amantes dos livros infanto-juvenis, já podem comprá-lo e recebê-lo antes de todo mundo e com preço mais baixo!

É só participar da pré-venda que acontecerá do dia 20/3/2019 ao dia 20/4/2019. São apenas 30 livros disponíveis para pré-venda. Caso você tenha interesse em adquirir o livro com preço promocional somente dentro deste prazo, acesse o link abaixo e faça o seu cadastro para receber em seu e-mail todas as informações que você precisa para ter em suas mãos um livro sustentável, ecológico, ilustrado, feito com muito carinho e com muita imaginação! Edição especial limitada. Garanta o seu!

Link da Pré-Venda

CLIQUE AQUI!

O livro O MENINO QUE APRENDEU A IMAGINAR traz a reflexão da fantasia e do lúdico na vida das crianças, a importância de enxergar o mundo através das histórias e de se interagir com o outro através da arte e das simplicidades.

O livro tem o propósito de resgatar o poder criativo da criança, fazer o adulto revisitar suas lembranças e memórias dos tempos em que um simples barquinho de papel era motivo de muitas aventuras num dia de chuva… E o que dizer daquela professora que foi tão importante e faz com que queiramos ser importantes para alguém? E as histórias contadas ao redor da fogueira ou do fogão de lenha… Quem nunca se imaginou viajando pelos lugares e vivendo aventuras?

O MENINO QUE APRENDEU A IMAGINAR sou eu, é você, são nossos filhos e filhas, nossos netos e netas, nossos alunos, nossos pais, nossos avós que, por algum motivo, precisamos todos reaprender a reconectar com nossa criança, nosso Ser e nossa essência.

E então, vamos acordar os sonhos, pois um dia nunca é igual ao outro para quem tem um livro nas mãos…

Oswaldo lendo no tapete

SINOPSE

Chateado por não ter nada de diferente para fazer, Oswaldo fica dentro do seu quarto cheio de lamentações quando um grande livro de histórias que fica bem no alto da estante cai “sozinho” no chão. O susto, já enorme, aumenta ainda mais quando o menino percebe que não foi um acidente, mas obra do seu brinquedo predileto: um lindo palhacinho de roupas coloridas e chapéu de guizos.

Gesticulando e dando mil cambalhotas, o palhacinho conduz Oswaldo a mundos que ele não conhecia, como a casa de um caçador onde entra, disfarçado de menino, o temível bicho Mapinguari; Vê a chuva cair lá fora levando nas enxurradas um barco de papel e, dentro dele, uma criança cheia de imaginação; E o que dizer de uma professora bem diferente ao apresentar à turma o seu amigo Geógrafo, um Atlas falante?

Repleto de surpresas, a história reserva ainda uma muito maior no final que, certamente, fará meninos, meninas e até adultos terem outros olhos para a leitura e para os livros.

A história base desse trabalho foi publicada na revista AMAE Educando, em 2009, em Belo Horizonte, teve uma montagem de teatro e ganha agora em livro publicado pela Alforria Literária uma nova estrutura e conceito, inclusive nas ilustrações feitas por Adilson Amaral – psicólogo e artista do Vale do Jequitinhonha – trazendo uma proposta que dialoga com a importância da imaginação a partir da leitura e das imagens não sugestionadas para que o leitor crie a sua própria realidade.

Um livro escrito com um grande carinho, não apenas por ser o primeiro infanto-juvenil do autor, mas por se basear em sua própria história de vida e no que acredita.

LANÇAMENTO DIA 30 DE ABRIL!

Ouça abaixo a música tema de uma das histórias do livro, composta por Helder Lima.

A ARTE DE SIGNIFICAR

Por Xavier de Novais, personagem narrador do livro Histórias de um certo Aarão e outros casos contados, ainda em processo de escrita.

Olá!
Cuidei que o meu escritor estivesse brincando quando delegou a mim a tarefa de assumir a lista de transmissão no WhatsApp. Mas qual! Não só não estava brincando, como cruzou os braços (literalmente) a isso, deixando mesmo para mim o encargo de alimentar de literatura quem por lá estiver espontaneamente. Não que ele não queira, mas as tarefas de escrita e produção de livros, além dos cursos e oficinas na Árvore das Letras os chamam ao serviço. Para comprovar o que digo, deixo aqui um pequeno vídeo dele em ação com a nossa “Paula Brito”, sim, nossa! Dou-me o direito de tê-la como minha, já que é ela que dará existência física à minha história e as do meu amigo Aarão Reis…

A propósito, você sabe por que a máquina de livros da Alforria Literária se chama “Paula Brito”? Esse nome é em alusão a Francisco de Paula Brito, proprietário de uma livraria no antigo lago do Rocio no século XIX, atual Praça Tiradentes, no Rio de Janeiro. Mulato, autodidata e oriundo de meio humilde, Paula Brito trabalhou como tipógrafo, impressor de livros e jornais, fundando a Marmota Fluminense numa época em que o analfabetismo era gigantesco em nosso país. Com essa história, o nome de uma máquina que faz livros não poderia ser mais adequado, não acha? Além disso, a importância de Paula Brito foi fundamental para acolher um mocinho acanhado, também mulato, brilhante e que faria história… Machado de Assis, que, por sua vez, inspirou com o seu óculos pince-nez a marca da Alforria Literária.
E tudo se encaixa!

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Saiba mais sobre a Alforria Literária, seu conceito e história clicando AQUI!

GENTE, QUE LOUCURA!

LISTA DE TRANSMISÃO.

Por Leandro Bertoldo Silva

 

Estava sentado no sofá da minha casa pensando nos livros que coloquei como meta este ano para ler, quando comecei a conversar comigo mesmo… Na verdade não era bem comigo que eu conversava, mas com o personagem que estou escrevendo no livro das histórias de Aarão Reis – Xavier de Novais. Não seria nada demais se levando em conta que ele, na minha história, é o segurança de uma livraria; nada estranho, portanto, de estar falando com o nobre amigo sobre livros.

Acontece que ele começou a ter opiniões próprias, tecendo comentários sobre livros que eu ainda não li e ele sim… A propósito, Xavier de Novais é um exímio leitor, como se verá no meu livro quando eu o terminar.
Mas isso me fez pensar sobre o que é ser um personagem. Talvez para ele o personagem fosse eu… Pensando na teoria de que às vezes são os livros que nos escrevem e não o contrário, é bem possível que fosse mesmo. Mas para maior compreensão, se é que é possível, deixo que ele próprio se explique e se apresente.

Oi, o meu nome é Xavier de Novais. Não sou propriamente um personagem. Personagem tem uma personalidade; eu não tenho uma personalidade, tenho várias, ou melhor, tenho tantas quantas forem os olhos de quem me leem. Isso porque posso estar em um poema, mas também em um romance, quem sabe em um conto, ou mesmo num ensaio. Ora, se não sou um personagem, também não o deixo de ser, e muitos! Posso até ser você neste momento. Na verdade, eu preciso de você para existir, mas você não precisa de mim para viver, mas se me ter e ouvir minha voz, sendo ‘um’ comigo e abrir as portas do seu coração, posso lhe abrir mais do que isso, posso lhe abrir estradas. Não quero agora lhe dizer mais do que poderei falar em versos e histórias. Despeço-me, então, para nelas me fazer presente, se assim me permitir. Até breve!

É nessa antítese, nessa espécie de mundo dos contrários que vivi essa experiência inusitada e que peço agora a gentileza da sua atenção para aliá-la à sensibilidade das percepções poéticas e literárias para, junto com Xavier de Novais, adentrarmos os caminhos por onde é possível sonhar.

Para isso, além de o estar escrevendo no livro Histórias de um certo Aarão e outros casos contados: das histórias e lendas de Belo Horizonte recontadas por um segurança que recebia, em seu serviço, a visita ilustre do fantasma de Aarão Reis, resolvi dar a ele existência própria e fora do livro.

Assim, a partir de agora é ele quem irá se encarregar de uma lista de transmissão que mantenho no WhatsApp, o que será ótimo, pois vai me desafogar um pouco nas tarefas que tenho que fazer. E vamos ver no que isso vai dar…

Se você já faz parte da lista, ótimo! Se ainda não e deseja fazer e receber folhetins literários, indicação de livros, autores, matérias, informações de feiras e eventos culturais, seja bem-vindo(a). É só enviar uma mensagem no whatsapp no número (33)98437-0072, dizendo: EU QUERO FAZER PARTE DA LISTA. Divulgue também para os seus amigos!

Venha fazer parte dessa experiência literária!

Forte abraço!
Leandro Bertoldo Silva.

O HOMEM; AS VIAGENS

Por Leandro Bertoldo Silva

Como ex-morador de Brumadinho, sinto muito e vejo com muito pesar mais esse acontecimento do rompimento da barragem do Córrego do Feijão apenas 3 anos depois do ocorrido em Mariana. É um momento em que a dor se aflora pelo descaso de tanta gente. E eu penso: quem é “essa gente” a não ser nós mesmos, com toda a nossa capacidade de ganância, de dinheiro e de poder, do querer levar vantagem sem medir esforços, sem respeitar sequer o nosso próprio planeta e quem dirá o próximo? E isso tudo para con-quis-tar, sendo incapazes de con-vi-ver.
Recolho-me à literatura e lembro Drummond. Busco na poesia um alento de mudança de sentido. Que as mudanças políticas, humanas e sociais comecem dentro de cada um de nós!

ANO NOVO, VIDA NOVA, TUDO NOVO!

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A ÁRVORE DAS LETRAS passa a incorporar em sua identidade o nome ESCOLA ATELIÊ. Para isso foi feita uma reformulação em seu espaço que estará oferecendo novos cursos, oficinas e atividades, como encontros de leitores e autores, oficinas de arte, artesanato e poesia.

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O espaço conta ainda com um showroom, onde é possível comprar peças de arte, mandalas e livros do selo Alforria Literária.

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E as mudanças não param por aí!

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Além disso, a ÁRVORE DAS LETRAS ATELIÊ está indo para além das fronteiras do Vale, levando seus trabalhos para outras cidades e regiões. Agora, você que não é de Padre Paraíso pode contratar oficinas, palestras e ter as nossas sementes plantadas para fazer florescer arte onde estiver!

Onde a literatura e a arte se completam!

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